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Relatório crítico sobre o Seminário Internacional “Educação Inclusiva: atitudes que transformam”

Realizou-se nos dias 14 e 15 de setembro de 2018, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, no Auditório Agostinho da Silva, o Seminário Internacional de Educação Inclusiva: atitudes que transformam, à semelhança de edições anteriores. Este evento científico foi dinamizado pelo Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento (CeiED) e pelo Instituto da Educação em parceria com a Bridgewater State University – Massachuetts e do Child Behaviour Institute (CBI) of Miami – EUA. Este Seminário Internacional veio dar continuidade ao VI Seminário de Educação Inclusiva realizado a 5 de outubro de 2013, após algum tempo de interregno e aturada reflexão sobre a grande temática que nos mobiliza, nos seus avanços e retrocessos.

Neste evento científico, provocámos o debate em cada um dos participantes acerca do que se tem feito e do muito que há a fazer no âmbito da Educação Inclusiva, gerámos a reflexão sobre os desafios que a contemporaneidade da Educação nos coloca, sobre as atitudes transformadoras do que se pensa e o que se faz em nome da Educação Inclusiva, no que concerne à aprendizagem e à interação dos alunos.

Destacamos, no programa deste Seminário, quatro momentos integradores dos objetivos que nos propusemos:

  • “os momentos culturais, envolventes e provocadores, que nos permitiram, rever/repensar a nossa atitude face aos nossos “encontros” com a “diferença”;
  • o “dizer” dos especialistas que nos trouxeram problemáticas muito atuais e pertinentes para a reflexão, dando sentido a um melhor enquadramento teórico e a um melhor suporte das práticas sociais e educativas;
  • a experiência vivenciada e refletida dos que todos os dias gerem no terreno as situações mais complicadas e que, através das suas comunicações, partilharam connosco problemáticas emergentes das suas práticas educativas, alargando o diálogo e as possibilidades de resolução das mesmas;
  • a investigação que se faz destas temáticas e que nos ajudam a melhor compreender e atuar nas situações do dia-a-dia” (Sanches, 2018, Programa, Resumos e Sínteses curriculares).

Embora o clima social e educativo seja pouco favorável, os professores quiseram estar presentes neste evento, denotando que, apesar das circunstâncias, a necessidade de aprender e de partilhar experiências e saberes continua ativa e mobilizadora. A Comissão Organizadora realizou um livro com o Programa do Seminário, os resumos das conferências, das comunicações em mesas redondas e comunicações livres, bem como com as sínteses curriculares dos intervenientes em conferências, mesas redondas e momentos culturais. Este livro foi enviado a todos os inscritos, previamente e por email. Futuramente este livro de resumos será reestruturado e aumentado com os textos completos das conferências e das comunicações que nos chegarem no prazo determinado para o efeito e será editado como ebook, fonte digital.

A sessão de abertura contou com a presença da Professora Doutora Isabel Sanches, como Coordenadora da Comissão Organizadora do Seminário que, depois das boas vindas a todos, os integrou e informou da dinâmica do Seminário e dos seus grandes objetivos, do Diretor do Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento (CeiED), Professor Doutor António Teodoro, que deu as boas vindas a todos os participantes e contextualizou este Seminário na dinâmica da Universidade, do Instituto da Educação e do CeiED. Participaram, igualmente nesta sessão, o Professor Doutor Mário Moutinho, Reitor da ULHT, o Professor Doutor João Almeida Santos, como Presidente da FCSEA, o Professor Doutor David Rodrigues, como Presidente da Pró-Andee, a Dra. Fátima Alves, como Diretora no Instituto Nacional de Reabilitação e a Dra. Ana Sofia Antunes, como Secretária de Estado para a Inclusão, que salientaram a pertinência e a atualidade da temática do Seminário, enquadrando-o na dinâmica das instituições que dirigem.

Houve três momentos culturais altos do Seminário, um a cargo do grupo “Os Bombarte”, do Centro de Atividade Ocupacional da CERCI de Lisboa, no primeiro dia do seminário. Outro a cargo da Plural Companhia de Dança para dar início aos trabalhos do segundo dia, através do Dueto coreográfico “Neste lugar, à mesma hora”. O terceiro momento cultural iniciou a sua atuação após o almoço do segundo dia do Seminário e esteve a cargo de um grupo de jovens artistas com Necessidades Educativas que fazem parte do grupo “Os Cantores da Cercitejo”, dinamizado pela Dra. Maria de São José Cordeiro.

O Professor Doutor David Rodrigues contemplou-nos com uma conferência com debate subordinada ao título “Educação Inclusiva: construir o avião enquanto se voa”, moderada pelo Professor Doutor António Teodoro, para nos fazer refletir sobre a Inclusão como uma reforma educacional para a qual nunca teremos tudo o que precisamos para que ela desabroche por si.

A Professora Doutora Elsa Estrela moderou a apresentação do Projeto GBL4Deaf: Videojogos Educativos Acessíveis a Surdos realizada pela Professora Doutora Conceição Costa, pelo Professor Doutor José Carlos Neves e pela Mestre Carla Sousa.

Para finalizar o dia de trabalhos, houve um momento de convívio com exposição de nove trabalhos de artes plásticas de quatro artistas (Bráulio Moreira, Fernando Delgado, Pedro Almeida e Tomás Lima) do LIGARTE – LiGARTE e venda de livros e jogos enquadrados nas temáticas do Seminário das Edições Lusófonas, Editora Papa-Letras, Editora Dinalivro e Edições Lusófonas.

No segundo dia, 15 de setembro, a primeira mesa redonda com debate subordinada ao título “Educação Inclusiva: novos/outros ‘olhares’ sobre a legislação enquadradora”, moderada pela Professora Doutora Rosa Serradas Duarte, teve três momentos: (i) a comunicação do Professor Doutor Joaquim Colôa: As Oportunidades da Nova Proposta de Lei – Dita que é para a (Nova) Inclusão, (ii) a comunicação da Professora Doutora Teresa Leite: Educação Inclusiva: que papel para os professores de educação especial? e (iii) a comunicação da Mestre Graça Breia: Educação Inclusiva – Oportunidades e Desafios do Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho.

A segunda mesa redonda com debate “O aluno no centro da aprendizagem: atitudes que transformam as práticas” foi moderada pela Mestre Margarida Costa. Esta mesa redonda teve, igualmente, três momentos: (i) a comunicação da Dra. Mariana Fenta: Desenvolvimento universal da aprendizagem: respeitar as diferentes formas de aprender, (ii) a comunicação da Dra. Mara Brito: Os circuitos de comunicação: momentos de cooperação e empatia e, (iii) a comunicação da Dra. Ana Paula Silva: Flexibilidade curricular.

Após a brilhante atuação do grupo “Os Cantores da Cercitejo”, os participantes puderam assistir a comunicações livres, onde os comunicadores, alguns investigadores do CeiED, partilharam os seus projetos de intervenção e/ou de investigação, integrados ou não em projetos de mestrado e de doutoramento.

As comunicações livres decorreram em quatro espaços: (i) foram moderadas por Maria Helena Martins, a comunicação de Maria Helena Martins e Maria Leonor Borges: Inclusão na sala de aula – O Desenho Universal da Aprendizagem como resposta à diversidade, a comunicação de Denise Zilioto e Sofia Freire: O apoio institucional aos estudantes com NEE no ensino superior em Portugal? e a comunicação de Maria Helena Martins, Andrea Mata e Sara Freitas: Fatores promotores de resiliência em estudantes com deficiência no Ensino Superior, (ii) foram moderadas por Rita Gil, a comunicação de Rita Gil e Isabel Sanches: Desafios da Educação para o século XXI – O projeto-piloto de inovação pedagógica na promoção do sucesso escolar de todos, a comunicação de Margarida Costa e Isabel Sanches: As práticas do Docente de Educação Especial: um contributo para o seu estudo e a comunicação de Maria João Costa: Formação de professores – Atalho para a Educação Inclusiva. Um caso de um curso de formação contínua para docentes, (iii) foram moderadas por Ruth Mariani, a comunicação de Jéssica Carvalho, Ruth Mariani e Suzete Oliveira: Construindo um blog educativo sobre a sexualidade para alunos com deficiência auditiva, a comunicação de Patrícia Santos e Óscar Sousa: Desempenho escolar em crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e a comunicação de Helena Carona, Isabel Piscalho e Filipa Camacho: Projeto SOU, CONSIGO E FAÇO – A inclusão profissional das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, (iv) foram moderadas por Hélia Bracons, a comunicação de Tânia Libório e Hélia Bracons: Os desafios da cooperação intercultural e voluntária, a comunicação de Maria Potes Barbas, Isabel Piscalho e Cristina Novo: Literacia Digital para o Mercado de Trabalho: uma formação no ensino superior para jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental, a comunicação de Hélia Bracons e Tânia Libório: Interculturalidade e inclusão: motivações e desafios dos estudantes no ensino superior. Para além das comunicações livres foram apresentados dois posters: um de Danielle Martins do Prado, Isabel Rodrigues Sanches e Célia Regina Vitaliano: Buscando a inclusão: o trabalho colaborativo em foco e o outro de Sarah Mirailh, Ruth Braz e Fabiana Leta: Acessibilidade via game: novas e efetivas contribuições ao aprendizado da Língua Brasileira de Sinais.

A mesa redonda com debate “A Inclusão no Ensino Superior: oportunidades e desafios” moderada pela Professora Doutora Maria Odete Emydgio da Silva, contou com três comunicações: (i) a participação da Mestre Lília Aguarteiro Pires: Acesso ao Ensino Superior – Contributos para um processo de transição e frequência do estudante com NE com qualidade, (ii) a comunicação da Professora Doutora Carolina Ferreira: Apoio a Estudantes com Necessidades Educativas Especiais no Ensino Superior, Rede NEE-ULisboa e, (iii) o testemunho de duas estudantes do Ensino Superior, Rita Lagartinho de Oliveira e Inês Lagartinho de Oliveira.

O Mestre Gustavo Teixeira agraciou-nos com uma conferência com debate intitulada “Os transtornos mentais e as neurociências: implicações na aprendizagem dos alunos”, moderada pela Professora Doutora Isabel Sanches.

Para finalizar os trabalhos, procedeu-se à entrega do Prémio CBI of Miami para as três melhores Comunicações e à entrega dos certificados de participação.

Relativamente ao número efetivo de participantes, o Seminário teve uma elevada adesão, demonstrada pelo número de inscrições (363) e de participantes (268), excedendo a lotação do Auditório Agostinho da Silva. No final do Seminário, tal como foi solicitado anteriormente a cada participante, foram recolhidas 187 (70%) fichas de avaliação do Seminário preenchidas. Partindo da análise dessas fichas de avaliação e dos testemunhos feitos pelos participantes, durante e imediatamente após o Seminário, oralmente e via email pela internet, podemos afirmar que este Seminário Internacional de Educação Inclusiva atingiu os objetivos a que se propôs e cumpriu as expetativas de quase todos os participantes, como mostram os dados que se seguem:

Itens avaliados Avaliação Não respondeu
Muito Bom Bom Suficiente Insuficiente
Organização do Seminário 52,9% (N= 99) 38,5% (N= 72) 7,5%(N= 14) ————- 1,1% (N= 2)
Acolhimento dos participantes 61,0% (N= 114) 34,8% (N= 65) 3,7%(N= 7) ————- 0,5%(N= 1)
Atualidade das temáticas 62,6% (N= 117) 32,1% (N= 60) 4,3%(N= 8) ————- 0,5%(N= 1)
Utilidade dos conteúdos 41,7% (N= 78) 47,1% (N= 88) 9,1%(N= 17) 1,1% (N= 2 1,1%(N= 2)
Condições do espaço físico 47,1% (N= 88) 39,0% (N= 73) 11,2% (N= 21) 2,2% (N= 4) 0,5% (N= 1)
Avaliação global 48,7% (N= 91) 46,0% (N= 86) 4,3%(N= 8) ————- 1,1% (N= 2)

Destaca-se, pela positiva, a avaliação de Muito Bom e Bom, na avaliação global, com 94,7% das percentagens colhidas.

Os participantes deram sugestões e concretizaram algumas das suas opiniões, como mostra a tabela que se segue:

 

Categorias Subcategorias Unidades de registo, por respondente
Propostas de Melhoria Nada a melhorar “Muito bom! Continuem a partilhar práticas educativas inclusivas para todos nos apropriarmos e desenvolver conhecimento.” (s119)

“Nada a melhorar, cinco estrelas.” (s120)

“Muito interessante. Bem divulgado. Bom atendimento. Manter este profissionalismo” (s126)

“Nada a referir” (s130)

“Continuação com este trabalho” (s94)

“Parabéns pela iniciativa da Lusófona. Agora é ajustar as velas e (re)começar, (re)continuar a navegar” (s136)

Organização e cumprimento de horários “penso que houve falhas no cumprimento dos horários, principalmente no 1.º dia” (s142)

“A questão do tempo destinado a alguns temas, insuficiente” (s139)

“Organização do Seminário – Gestão de tempo, principalmente no 1º dia.” (s168)

“Melhor organização/estruturação de horários para evitar atrasos.” (s174)

Mesas redondas/Temáticas “Proporcionar mais tempo para as mesas redondas.” (s138)

“Não colocar tantos oradores porque depois não existe espaço para debater os temas.” (s94)

“A atualidade da temática Educação Inclusiva é muito boa. No entanto, a exploração da mesma cingiu-se a uma abordagem de princípios, sendo que estes estão muito bem explícitos nos diplomas publicados. O interesse residiria na exploração de formas de operacionalização dos mesmos.” (s155)

“Questões mais específicas: de que modo aquela criança com aquela capacidade, ou falta dela, se pode enquadrar na sala de aula (que tipos de cuidados a ter).” (s121)

“Podia haver mais debate e menos exposição de ‘conteúdos’ – para um seminário que enfatiza tanto a diferenciação utilizaram todos métodos pouco inovadores” (s154)

“Mais tempo para cada item, ou em alguns mais relevantes…” (s169)

“Falou-se no DUA, no entanto, a forma de comunicação sobre o papel dos professores de educação especial e a de flexibilidade curricular foi apenas falada.” (s136)

“Achei que pela sua riqueza deveria ter sido acompanhada de outro suporte digital: fotos/vídeos/apresentação ppt ou outro recurso” (s136).

“Aprofundar a aplicação do novo Decreto-Lei n.º 54/2018” (s110)

“Gostaria de ter visto/assistido a um debate mais alargado acerca da legislação – Decreto-Lei n.º 54 e 55” (s114)

“Gostaria de ter sido mais esclarecida sobre a operacionalização do DL 54.” (s176)

“Pouco atualizadas, muito teóricas e com pouca articulação à realidade” (s108)

Comunicações livres “as comunicações livres não deveriam acontecer em simultâneo…” (s104)

“ não me foi possível assistir aos vários temas apresentados” (s104)

“Reorganizar o modo de acesso às comunicações livres” (s138)

“Só poder assistir a uma sala à tarde.” (s163)

“Condições do espaço físico – Nas comunicações livres, os espaços eram pequenos para tantas pessoas.” (s168)

“As condições das instalações das comunicações livres, eram condicionadas.” (s112)

Partilha de experiências “Partilha de experiências práticas” (s98)

“Partilha de experiências práticas” do dia-a-dia (s99)

”Trazer associações ou centros que venham falar sobre este assunto (ex: CERCI). Ter em conta que não se deve generalizar estes miúdos apenas aos que têm autismo ou Trissomia 21. Ter em conta casos mais sérios, mais graves, a nível das capacidades motoras e/ou mentais, e onde estes últimos se enquadram na teoria que foi exposta neste Seminário” (s121).

“A partilha dos trabalhos de investigação deve incidir na forma como pode alterar práticas pedagógicas” (s143)

“Existir possibilidade de enviar para os participantes os slides apresentados para não estarmos a perder tempo a tirar notas e estarmos com a atenção devida.” (s94)

“Partilha dos slides de forma digital no final da formação” (s97)

Pais e Encarregados de Educação “Integrar o testemunho e a perceção dos pais sobre a inclusão” (s 101)

“Mais testemunhos de mães, de profissionais que lidam ou que já lidaram diretamente com NEE, ou seja, não só professores”. (s121)

Espaço Físico “ter lugar sentado para todos os participantes” (s105)

“Aumentar o espaço para receber mais pessoas.” (s117)

“Espaço adequado com lugar sentado para todos” (s124)

“Mais cadeiras disponíveis para os participantes” (s127)

“Maior espaço físico. Não havia lugares suficientes. Inicialmente tive que ficar de pé ou sentada no chão” (s134)

“acho que foi notório que a universidade não estava preparada para tanta gente porque várias pessoas tiveram que ficar no chão” (s142)

“Capacidade do espaço físico para o n.º de participantes” (s151)

“Melhor adequação do espaço em relação ao número de participantes.” (s182)

“Ar condicionado no Auditório” (s96)

“Sala sem ar condicionado (S.10)” (s96)

“Condição do espaço físico (ar condicionado) com funcionamento insuficiente.” (s164)

“Ter um ‘plano emergência’ no caso de não haver lugares suficientes para as pessoas inscritas, para que estas não tenham que permanecer, durante o debate, em pé.” (s121)

“Talvez nos próximos [Seminários] tenha que ser realizado num outro auditório com mais espaço.” (s171)

Temáticas a considerar para outros eventos “Estruturas de apoio aos alunos com NEE à saída da escolaridade obrigatória” (s104)

“Atividades profissionais para alunos com NEE à saída da escolaridade obrigatória” (s104)

“… adequação à nova legislação” (s106)

“TIC para crianças com NEE” (s110)

“Dificuldades Específicas de Aprendizagem” (s110)

“Exploração dos diplomas (Decreto-Lei n.º 54 de 6 de julho e Manual de apoio à prática de Educação Inclusiva)” (s155) “Aplicação do novo Decreto-Lei n.º 54/2018” (s110)

“Aplicabilidade do Decreto-Lei n.º 54 e 55” (s114)

“Educação de Surdos” (s118)

“Adaptações de materiais” (s118)

“Diferenciação pedagógica” (s120)

“Encarar as diferentes realidades destes miúdos vs teoria. Casos concretos” (s121)

“Medidas adicionais, que respostas educativas” (s126)

“Trabalho em equipa-metodologia” (s133)

“Centros de Apoio à Aprendizagem – funcionamento /organização impacto no desempenho escolar dos alunos e na promoção do sucesso escolar” (s136)

“Práticas na Educação especial” (s163)

“Educação Inclusiva e articulação com a Diversidade Cultural e Interculturalidade.” (s166)

“Práticas – partilha de práticas com resultados positivos relativos à nova legislação/Educação Inclusiva.” (s169)

“Educação Inclusiva no campo da educação/ ou projetos pedagógicos para adultos (particularmente com PEA).” (s174)

“Trazer novas perspetivas e incluir toda comunidade educativa como, as auxiliares, principalmente as do pré-escolar uma vez que estão em sala permanentemente.” (s180)

Modalidades de trabalho a considerar para outros eventos “Oficina de formação para aplicação do desenho Universal para a Aprendizagem como resposta à diversidade” (s139)

“Seria interessante seminários que abordassem práticas sobre o tema “Educação Inclusiva no mundo do trabalho” (s142)

“Partilhas/testemunhos de práticas pedagógicas” (s151)

“continuar com debates e parte mais prática” (s97)

“Atividades práticas” (s132)

“Sugestão de atividades mais práticas” (s134)

“Partilha de vivências/trabalhos realizados nas várias salas de aula” (s104)

“Seminário dedicado às práticas pedagógicas: Movimento da Escola Moderna (MEM), Desenho Universal da Aprendizagem, outras…” (s123)

“Os temas são bastante pertinentes, contudo deviam ter um cariz mais prático e não tão teórico.” (s107)

“Nas comunicações livres poderia existir partilha de saberes de quem está no terreno e provocar a mudança entre os pares.” (s117)

Sugestões diversificadas “… sugeria coffee break com fruta e/ou frutos secos.” (s97)

“Localização do buffet num espaço estrategicamente melhor” (s151)

“Não tem a ver diretamente com o congresso mas com o bar da Universidade, com a elevada existência de plástico e papel (colheres, copos, etc. Penso que deveriam verificar este lado ecológico”. (s95)

“Falta de caixotes do lixo junto dos lavatórios no wc provocaram acumulação de papel” (s95).

“Outra sugestão, filmar as palestras e depois colocar no site, pois as pessoas que não puderam assistir por dificuldade de deslocamentos, com os vídeos teriam acesso.” (s118)

“A minha sugestão que os anais poderiam ter o registro no ISBN pois sem o qual não tem validade a publicação.” (s118)

“Na receção poderiam ter feito o estudo do número de pessoas por letra para uma divisão mais equilibrada nas filas. O espaço era pequeno para o número de participantes que se acumulou à entrada.” (s154)

“Sugeria acolhimento por filas em função da letra do nome, …” (s97)

“é lamentável a recusa de esclarecimento de dúvidas, sendo encaminhado este esclarecimento para os participantes durante o convívio.” (s155)

Outras

Agradecimento “Obrigada por ter sido aceite no seminário. Muito Bom.” (s103)

“Congratular pela vossa publicidade e cuidado em responder individualmente” (s149)

“Um agradecimento à Doutora Isabel Sanches pela enorme simpatia e cuidado para com os participantes.” (s154)

“A atuação da Cercitejo foi emocionante e motivadora.” (s154)

“Gostei muito da apresentação da professora Rita Gil – a colega acredita no seu projeto, está motivada e consegue transmitir a sua força de vontade.” (s154)

A Comissão Organizadora também fez um balanço muito positivo do Seminário. Está empenhada para a realização de mais um outro Seminário, para possibilitar mais respostas às preocupações, ansiedades e necessidades para quem a Educação Inclusiva é uma questão de plena cidadania.

Margarida Costa, Mariana Elias e Isabel Sanches