William Ricardo de Almeida Marchi


Nota biográfica

Delegado de Polícia no Estado de São Paulo (1995), exerce atividade pública há mais de 20 anos, atuando em diferentes frentes na defesa da segurança e proteção da sociedade. Coordenador e professor de curso de Graduação em Direito, bem como, docente em cursos de pós-graduação em áreas diversas do conhecimento, atua em diversas instituições do ensino superior.

Doutorando em Educação pela União Européia (ULHT 2015), é Mestre em Direitos Fundamentais (UNIFIEO 2010), Especialista em Direito Penal (EPM-TJSP 2006) e Graduado em Direito (UNIPINHAL 1993). Advogado (OAB-SP 1994), atua também como líder e Membro de Programas de Pesquisas Globais (DGP/CNPq 2015) e revisor de Periódico Jurídico (ISSN 1983-5019), além de pertencer ao Comitê de Ética em Pesquisa e Mérito Científico (CEP/CNPq 2016), como relator e revisor de projetos científicos de pesquisas.

Possui outros cursos de aperfeiçoamento e extensão nas áreas afins. Sua trajetória percorre atuação e experiência em áreas da Segurança Pública, bem como na docência e gestão no Ensino Superior em cursos de graduação e pós-graduação, e na liderança de pesquisas globais junto ao Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil Lattes/CNPq, bem como, na ministração de cursos, palestras e formações ligados a temas atuais em defesa dos Direitos Humanos, Direitos educacionais e Políticas Públicas, áreas de concentração de pesquisas.

Projeto individual de doutoramento

Impacto autista: Políticas públicas para processos de mudanças.
Título
Ana Benavente
Orientador

Resumo

O desfasamento entre a prática efetiva das garantias descritas nas políticas públicas está ao que tudo indica, no desconhecimento dos seus direitos, por parte dos autistas e suas famílias, bem como, no desconhecimento de como exercê-los. Por meio de ações públicas inicialmente, que levem ao conhecimento desse público, os seus direitos e caminhos para o seu exercício efetivo, neste sentido, são necessárias para a efetivação dessas práticas, atividades que desenvolvam oportunidades propiciadoras de criações de organizações práticas para os autistas e suas famílias reconhecerem e exercerem seus direitos. Acreditamos que tanto as teorias como as práticas devam ser próximas, no que se refere as intencionalidades de direitos e proposituras, contudo, cremos ainda, que são diferentes em processos de aplicações práticas devido às diferentes constituições sociais, históricas, culturais e organizacionais dos sistemas a que estes sujeitos pertencem, neste sentido, muitas são as implicações entre o exercício efetivo das garantias legais para estes indivíduos. Neste sentido, pretende-se identificar o público aqui descrito, sua localização e necessidade, compreendendo sua organização social e sobrevivência. Diminuir a distância entre o desconhecimento da legislação e a população com TEA e suas famílias, por meio de ações públicas, ligadas a orgãos competentes. Promover ações práticas e efetivas de orientação e processos propiciadores de ensino aprendizagem, por meio de ações públicas aproximando o Legislativo e a população envolvida, diminuindo assim as implicações existentes entre teoria descrita nas garantias legais e práticas de aplicabilidade destes direitos, via de regra, não exercidos.