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Avança a fase empírica do projeto A língua que habito, o mundo que construo

Na passada semana, as doutorandas em Educação Mary Joice Paraguaçu e Raimunda Lobão visitaram uma escola pública de ensino médio no Estado do Maranhão, no Brasil, no âmbito do projeto A língua que habito, o mundo que construo (PE-CEIED-3/001/2022) em que participam como investigadoras.

O objetivo da visita foi a aplicação de um teste de pensamento crítico e criativo a jovens do 3.º ano do ensino médio (12.º ano do ensino secundário em Portugal) e a recolha de informações junto aos professores de língua portuguesa e à direção da escola. A mesma atividade foi realizada também na passada semana, em uma escola secundária de Lisboa, pela investigadora membro da equipa do projeto, Esmeralda Santo. 

Segue-se a essa primeira fase um focus group com professores de língua portuguesa dos 3 países participantes: Angola, Brasil e Portugal, bem como um estudo de EEG sobre o papel da linguagem verbal e não-verbal na compreensão de uma informação.

O projeto pretende encontrar respostas para duas principais questões: Como é que o pensamento crítico, presente nas orientações curriculares e nos programas de ensino de língua portuguesa desses países é traduzido em práticas pedagógicas? E como é identificado na aprendizagem dos estudantes?